<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR"><generator uri="https://jekyllrb.com/" version="3.10.0">Jekyll</generator><link href="https://andrewsjobim.com/feed.xml" rel="self" type="application/atom+xml" /><link href="https://andrewsjobim.com/" rel="alternate" type="text/html" hreflang="pt-BR" /><updated>2026-10-14T18:18:22-03:00</updated><id>https://andrewsjobim.com/feed.xml</id><title type="html">Andrews Jobim</title><subtitle>Textos sobre ensino de filosofia, tecnologias digitais e cibercultura.</subtitle><entry><title type="html">Casa nova, cara nova</title><link href="https://andrewsjobim.com/blog/casa-nova-cara-nova/" rel="alternate" type="text/html" title="Casa nova, cara nova" /><published>2026-10-14T00:00:00-03:00</published><updated>2026-10-14T00:00:00-03:00</updated><id>https://andrewsjobim.com/blog/casa-nova-cara-nova</id><content type="html" xml:base="https://andrewsjobim.com/blog/casa-nova-cara-nova/"><![CDATA[<p>Depois de um certo tempo incomodado com a antiga versão do site, resolvi aproveitar um tempo livre e, finalmente, trabalhar na construção desta nova apresentação.</p>

<p>A antiga plataforma me causava um desconforto, tanto pelas limitações de personalização do site, quanto pelo fato de ser um serviço oferecido pelo Google. Não que seja possível evitar as grandes empresas de tecnologia, porém sempre cai bem evitar certos serviços quando possível.</p>

<p>Esta nova versão do site foi toda reescrita do zero, o que garante que não possua rastreadores em seu código fonte. O blog foi incorporado ao site, gerando menos redirecionamentos e um acesso facilitado - ao mesmo tempo em que abandonei o Blogger. Este caía nas mesmas questões do site, gerando as mesmas frustrações.</p>

<p>Aos poucos seguirei implementando novas funcionalidades, ao mesmo tempo em que seguirei atualizando este blog.</p>

<p>Agora é casa nova e cara nova!</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[Depois de um certo tempo incomodado com a antiga versão do site, resolvi aproveitar um tempo livre e, finalmente, trabalhar na construção desta nova apresentação.]]></summary></entry><entry><title type="html">Saiu o ‘Ensino de filosofia hipermidiático: guia do docente’</title><link href="https://andrewsjobim.com/blog/saiu-guia-hipermidiatico/" rel="alternate" type="text/html" title="Saiu o ‘Ensino de filosofia hipermidiático: guia do docente’" /><published>2026-10-14T00:00:00-03:00</published><updated>2026-10-14T00:00:00-03:00</updated><id>https://andrewsjobim.com/blog/saiu-guia-hipermidiatico</id><content type="html" xml:base="https://andrewsjobim.com/blog/saiu-guia-hipermidiatico/"><![CDATA[<p>Após uma longa espera, foi finalmente publicado <em>Ensino de filosofia hipermidiático: guia do docente</em>. Este livro curto sintetiza, em linguagem acessível, a elaboração teórica que venho desenvolvendo ao longo dos últimos anos sob a orientação da professora Lucia Giraffa.</p>

<p>Como o título sugere, a proposta é que o material funcione como um guia, com maior direcionamento à prática. Isso se mostrou um desafio significativo, pois a ideia de “guia” costuma carregar um sentido de instrumentalização: ler, apropriar-se rapidamente e aplicar. Nosso objetivo foi outro: propor uma abordagem que não instrumentalize as tecnologias digitais, mas convide o docente de Filosofia a refletir criticamente sobre o papel delas em sua prática profissional.</p>

<p>Para isso, o guia começa problematizando a filosofia, seu ensino, as tecnologias e a cibercultura, apontando os reposicionamentos necessários à docência na contemporaneidade. Depois desse trabalho de sensibilização à “problematicidade do problema”, apresentamos a proposta de integração tecnológica que dá nome ao livro: o ensino de filosofia hipermidiático. Antes de cair na tentação da instrumentalização, porém, oferecemos pistas, ou melhor, princípios para uma abordagem integradora. A ideia é que cada docente, depois de refletir sobre essas questões, se aproprie dos princípios para encaminhá-los, ajustá-los e, por que não, subvertê-los em seus contextos de trabalho.</p>

<p>Nasceu, assim, um guia que menos orienta e mais desorienta, isto é, que pretende desorganizar as práticas para que sejam reorganizadas pelos docentes após um processo reflexivo. Ao mesmo tempo, os princípios da abordagem hipermidiática propõem uma desestabilização da experiência de aprendizagem dos estudantes: ao tensionar o uso das tecnologias, convidam-nos a assumir uma postura reflexiva e criativa, e não apenas de consumo.</p>

<p>Por fim, como não poderia faltar, apresentamos uma extensa lista de ferramentas para que o docente possa explorar, criar e adaptar com seus alunos, sempre com intencionalidade pedagógica voltada à integração.</p>

<p>É uma obra que temos orgulho de apresentar ao campo do ensino de filosofia no Brasil.</p>

<p>Também destaco a alegria de ver o livro recebido pela ANPOF, que o incluiu em suas divulgações de lançamentos, e pela ABEFil, que gentilmente acolheu a obra e produziu uma resenha. A ambas as associações, o meu muito obrigado.</p>

<p>A resenha da ABEFil pode ser acessada <a href="https://abefil.org.br/pesquisa/acervo/ensino-de-filosofia-hipermidiatico-guia-do-docente/">aqui</a>.</p>

<p>O livro pode ser acessado <a href="https://trialogo.com.br/editora/catalog/book/ensino-filosofia-hipermidiatico">aqui</a>.</p>]]></content><author><name></name></author><summary type="html"><![CDATA[Após uma longa espera, foi finalmente publicado Ensino de filosofia hipermidiático: guia do docente. Este livro curto sintetiza, em linguagem acessível, a elaboração teórica que venho desenvolvendo ao longo dos últimos anos sob a orientação da professora Lucia Giraffa.]]></summary></entry></feed>